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É necessário que ele cresça e que eu diminua. (João 3:30)
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domingo, 1 de setembro de 2013

A mãe de Tiago e João

Olá, virtuosas, a Paz!
Como estão?!

Estudo de hoje:

A mãe de Tiago e João
Uma boa mãe sempre quer o melhor para seus filhos - isso significa que ela os ama, cuida deles e defende seus interesses. Mas será que até as boas mães podem ultrapassar os limites? Presumir, por exemplo, que o filho nunca seria mau oi que nunca começaria uma briga? Pensar que o filho amado nunca mentiria? Acreditar que ele merece realmente ser escolhido para o time de basquete no lugar daquele outro garoto? Disputar o favoritismo (especialmente entre os filhos) pode ser muito perigoso. Isso significa que, numa família, um filho pode receber mais punição do que outro por instigar problemas. Quem é o favorecido? É fácil dizer - a criança que está com o sorriso maldoso dizendo ao outro "Eu te disse". Ele pensa que conseguiu porque a mãe gosta mais dele; assim, nunca vai ter problemas, não importa o que faça.

   A mãe dos filhos de Zebedeu, Tiago e João, não parou com a disputa pelo favoritismo mesmo quando os filhos se tornaram adultos. Ela os levou consigo até Jesus com um pedido especial: "Ele perguntou-lhe: Que queres? Ela respondeu: Permite que estes meus dois filhos se assentem um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu reino (Mateus 20:21). Aquela foi uma jogada audaciosa. Basicamente, ela estava dizendo: "Meus filhos são tão bons que deveriam ser príncipes quando o Senhor for rei, Jesus. Então todos poderão ver que ótimos meninos eu criei".
   Sabe como Jesus respondeu? Dizendo: "Não sabeis o que pedis" (Mateus 20:22). Jesus sabia o que essa mãe e seus filhos desconheciam: aquela posição não vem através do favoritismo, mas pela conquista. E somente Deus pode tomar tal decisão.
   Esta mãe não causou apenas impacto com aquele apelo, também provocou discórdia entre seus filhos e os outros dez discípulos, que ficaram aborrecidos pelo fato de Tiago e João estarem lutando por uma posição de destaque.
   Jesus teve de conversar com eles para lhes apresentar a perspectiva correta. "E qualquer que entre vós quiser ser o primeiro seja vosso servo" (Mateus 20:27). Jesus estava dizendo, sem rodeios, que as posições terrenas não são importantes; é a atitude do seu coração que Deus contempla. E o Senhor deseja que sejamos humildes, buscando o melhor para Ele, acima do nosso próprio bem.


   E você? Faz esse jogo? Mostra mais respeito ao seu patrão do que aos seus colegas de trabalho? Frequenta uma certa igreja porque lá estão "as pessoas do seu nível"? Favorece um membro da sua família mais do que a outro, crendo que aquela pessoa tem prioridade no caso de uma disputa?
   Jesus deixou claro que nenhum tipo de favoritismo é aceitável em seu Reino. Então, em vez de favorecer outras pessoas, como você deve agir?
   Seja objetiva, vendo a situação e a pessoa em suas perspectivas verdadeiras.
   Dê crédito quando este é merecido, sem favorecer ninguém. Tente animar aquela pessoa que está nos "bastidores", sem forçá-la a pensar que está sob um falso holofote. Este é o modo de Deus - o único modo.

Para saber mais a respeito da mãe de Tiago e João, leia Mateus 20:20-28.

Estudo retirado da Nova Bíblia de Estudo da Mulher - Edição Almeida Clássica.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O que fazer para receber o batismo com o Espírito Santo?

Bom dia, mulheres de Deus!!!

Para alcançar a maior dádiva de Deus, o cristão deve ter o coração livre de qualquer ressentimento



Para receber o batismo com o Espírito Santo, alguns passos precisam ser seguidos: 
1) Ninguém pode encher um copo de água pura enquanto o mesmo estiver sujo. Da mesma forma ninguém pode receber o Espírito Santo enquanto tiver no seu corpo qualquer outro espírito, quer seja de demônios, quer seja de inveja, contendas, ira, cobiça, fofoca etc;
2) Ninguém pode receber o Espírito de Deus enquanto mantiver no coração mágoa contra outra pessoa. Antes, deve perdoar quem o feriu;
3) Ninguém poderá receber o Espírito da Verdade enquanto andar na mentira. A palavra da pessoa deve ser sim ou não;
4) Ninguém poderá receber o Espírito Santo enquanto os seus pensamentos estiverem envolvidos com outras coisas deste mundo;
5) O candidato ao batismo deve ter certeza da inexistência de algo que o acuse diante de Deus; caso contrário, deve confessá-lo com os seus lábios ao Senhor Jesus e Lhe pedir o perdão; 
6) O candidato deve começar a louvar ao Senhor Jesus com a boca (não mentalmente), dizendo-Lhe do seu sentimento para com Ele, isto é, que O ama; que O adora; que Ele é a Pessoa mais importante na sua vida e que está pronto para fazer a Sua santa vontade;
7) Não interromper os louvores ao Senhor com pedidos de cura, libertação ou qualquer outra coisa;
8) É comum, nesse momento, a pessoa sentir coceira, ouvir algum barulho ou algo que tente interromper o seu louvor ao Senhor Jesus. Isso acontece porque está chegando próximo o recebimento do batismo com o Espírito Santo, e o diabo tentará fazer a pessoa desviar a sua atenção, para que perca a grande bênção. A pessoa deve continuar louvando de todo o coração, cada vez mais forte, sabendo que o Senhor Jesus estará nesse momento aspirando o seu louvor como um bom perfume. O alimento de Deus é o nosso louvor; 
9) De repente a pessoa sentirá uma alegria que irá aumentando gradativamente até haver um gozo inexplicável sentido no corpo; daí o seu linguajar passará a ser bem diferente. 
A pessoa não entenderá nada; mesmo assim, continuará a falar estranhamente e não sentirá vontade de parar mais. Estará selada e batizada com o Espírito Santo! 
Não há razão para ter medo! O próprio Senhor Jesus disse que se o filho pedir ao pai um pedaço de pão, não receberá uma pedra (Lucas 11.9-13). Da mesma forma, se nós, filhos de Deus, pedirmos o Espírito Santo, Ele jamais permitirá que recebamos um outro espírito. 
Retirado do Livro “Estudos Bíblicos”, do bispo Macedo

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Uma amiga improvável: Maria Madalena

A Paz, virtuosas!!

Uma amiga improvável: Maria Madalena.

Um dos aspectos mais intrigantes da vida de Jesus na Terra foi sua amizade com as mulheres. Elas não eram valorizadas naquela cultura. Contudo, Jesus era seguido por mulheres fiéis que eram suas amigas íntimas. Havia um grupo de mulheres que viajava com Ele e os discípulos que os sustentava financeiramente. (Lc 8:1-3). Uma delas era Maria Madalena, de quem Jesus havia expulsado uma casta de sete demônios. Ela não queria ficar longe daquele homem, que a tratara com tanto amor e respeito, por isso viajava com Ele e ajudava a cuidar de suas necessidades materiais. 
     Maria Madalena tornou-se uma das amigas mais fiéis de Jesus.  Ficou ao lado da cruz enquanto Ele morria (João 19:25), assistiu ao seu sepultamento (Mateus 27:61) e retornou ao sepulcro no domingo de manhã para levar especiarias para ungir seu corpo (Marcos 16:1). Quando Maria chegou ao sepulcro e descobriu que a pedra havia sido retirada da entrada, temeu o pior: que ladrões tivessem arrombado o sepulcro e roubado o corpo de Jesus. Nem em seus mais fantásticos sonhos ela poderia ter imaginado a alegria que a esperava. Jesus havia ressuscitado dos mortos! E Ele apresentou-se a ela antes de aparecer a qualquer outra pessoa.
     Ela não o reconheceu de imediato. Talvez a aparência de Jesus tivesse mudado, ou ela não conseguisse enxergá-lo com nitidez por ser ainda bem de manhã. Mas quando Jesus a chamou, com doçura, reconheceu seu Salvador e amigo. Maria respondeu-lhe com ternura  e amor, chamando-o de "Raboni" ou Mestre. Em sua alegria deve ter abraçado Jesus, pois Ele disse: "Não me toques" (João 20:17).
      Talvez isso significasse que ela e outros discípulos  deveriam tornar-se menos ligados à presença física de Jesus, pois Ele voltaria para o céu. Mas Jesus também lhe deu uma incumbência. Como fora a primeira a ver o Cristo ressurreto, era responsabilidade dela proclamar as boas-novas ao resto dos discípulos. Que feliz tarefa"
       O fato de Cristo ter escolhido uma mulher para anunciar mensagens tão importante, numa cultura que não a aceitava como testemunha oficial, revela o valor que Ele atribuíra a Maria. E assim como Maria fez, você também pode se entregar por inteiro a Cristo, em amor, amizade e serviço - pois Jesus vai sempre valorizá-lo e nunca a decepcionará.

       Para saber mais a respeito de Maria Madalena, leia Mateus 27:55 - 28:10; Marcos 15:40 - 16:11; Lucas 8:1-3; 24:9-12; João 19:25-27; 20:11-28.

Estudo retirado da Nova Bíblia de Estudo da Mulher - Edição Almeida Clássica.

Glória a Deus.

domingo, 28 de julho de 2013

Disciplina espiritual: Adoração

A PAZ, virtuosas!!

Adoração (Jo 4:23-24)
 

       Muita gente acha que adorar é cantar louvores a Deus. Os cânticos são de fato umas das estradas que nos levam à adoração. Mas adorar é muito mais que cantar. Nem sempre aquele que canta louvores, hinos e cânticos está adorando. É possível cantar de forma mecânica e artificial, sem intensidade, sem envolvimento por inteiro (Mateus 15:8). Isso acontece quando Deus não está no centro do culto e a ênfase está nas pessoas, em seu entretenimento e satisfação individual.
       A verdadeira adoração se concentra em Deus: em quem Ele é, no que Ele quer e no que Ele faz. Fomos criados para adorar a Deus (Ef. 1:11-12), porém, só seremos verdadeiros adoradores se conhecermos a Deus.
       Quando o profeta Isaías teve uma visão da glória de Deus (Isaías 6), teve uma percepção clara de quem ele era (um pecador, homem de lábios impuros) e do Deus Eterno, Todo-Poderoso, Santo e Soberano ("o Rei, o Senhor dos Exércitos" - Isaías 6:5). A partir dessa revelação, ele se humilhou diante de Deus e experimentou o poder transformador da presença de Deus, resultado da verdadeira adoração.
      A adoração não se limita aos cultos solenes, reuniões e celebrações da igreja. Ela se estende a cada momento de nosso dia porque adorar é um estilo de vida (1 Co 10:31). Não importa o que estiver fazendo (no trânsito, lavando louça, na fila do supermercado, dando aula, no consultório), estaremos em contato direto com Deus, procurando agradá-lo e entregando a Ele nossa gratidão e louvor, por tudo o que Ele é e faz.
      Diante da justiça, bondade, misericórdia, santidade, poder, amor, consolo, provisão (e todos os incontáveis atributos de Deus), a única resposta racional humana possível é a adoração (Rm 12:1-2). Adoração envolve a razão, mas não exclui a emoção (Jo 4:23-24). Para adorar em espírito e em verdade, todo o nosso ser deve estar envolvido na adoração: corpo, mente, espírito, emoções. Posturas adequadas para a adoração são: ficar em pé, bater palmas, levantar as mãos, dançar, ajoelhar-se, abaixar a cabeça. São corretas porque demonstram humildade. Mas a postura física deve estar em sintonia com a atitude interior, do contrário, será coreografia vazia. Ficar sentado, entediado e calado, por outro lado, não pode ser considerada a postura conveniente da adoração, visto que demonstra indiferença e preocupação apenas com o que os outros vão pensar e com sua própria necessidade, mas não com o que Deus requer na adoração.
      A adoração individual deve ser cultivada diariamente, mas ela só estará completa se participarmos da adoração coletiva (Hb 10:25). Era assim que a Igreja Primitiva celebrava a graça salvadora: reunindo-se para adorar (Atos 2:42-47). A experiência de adorar com "o corpo de Cristo" é inigualável e proporciona unidade, permitindo que o Espírito aja livremente entre todos. Essa comunhão com a igreja é essencial porque não é possível adorar se houver mágoa, ressentimento, divisão, brigas. Para que Deus aceite nosso culto, primeiro, deve haver reconciliação (Mateus 5:23-24).
         Somente quando adoramos por inteiro, em espírito e e verdade, nos sentimos realmente felizes e completos porque fazemos o que fomos feitos para fazer. Além disso, a experiência de adoração nos transforma: nos torna conscientes de nossos pecados, nos humilha, nos restaura, nos desperta para viver em obediência, nos torna mais santos, mais parecidos com Jesus (Ef 4:13). A adoração nos coloca na presença de Deus e é impossível estar com Ele sem experimentar mudança.

Estudo retirado da Nova Bíblia de Estudo da Mulher - Edição Almeida Clássica.

Louvado seja o SENHOR!

sábado, 27 de julho de 2013

Falada na cidade: A mulher de Sicar

A PAZ virtuosas!

Hoje o estudo está no livro de João.

A mulher de Sicar

Quando a mulher samaritana foi tirar água do poço, no dia em que se encontrou com Jesus, ela possuía muitas razões para ter uma baixa auto-estima. Além de ser do sexo inferior (como aquela cultura considerava as mulheres), pertencia também a uma raça inferior (os judeus desprezavam os samaritanos por serem "mestiços"). Além disso, era conhecida por sua manifesta imoralidade. Já havia sido casada cinco vezes e, no momento em que se encontrou com Cristo, estava vivendo com um homem que não era seu marido.

   O fato de a mulher ter decidido tirar água no horário mais quente do dia, em vez de pela manhã, quando o tempo era mais fresco, sugere que talvez estivesse tão deprimida e fechada em si mesma que evitava o contato com aqueles que poderiam desprezá-la.
Por isso, Cristo, demonstrou não possuir essa parcialidade danosa. Ao iniciar uma conversa inteligente, e trata-la como igual, Jesus mostrou que ela era importante.
  Não a tratou como alguém inferior a Ele ou que precisasse ser salva da sarjeta. Pelo contrário, demonstrou apreço pela capacidade da mulher de compreender as verdades espirituais. Ele fez isso por intermédio de uma discussão sobre religião, revelando-lhe verdades que eram, pelo que sabemos, desconhecidas de todos, inclusive dos discípulos (João 4:21-26). Jesus viu além do exterior dela; enxergou a profunda fome espiritual que caracterizava seu coração. E valorizou-a, mesmo conhecendo suas falhas.
   Que maravilha deve ter sido par ela esse primeiro encontro. E que mudança de vida isso provocou! O início de um relacionamento pessoal com Cristo ajudou-a a perceber que os relacionamentos românticos com homens não lhe atribuíram uma identidade. Cristo, porém, a encorajou a fazer uma auto-avaliação realista, ao dar-lhe a oportunidade de encarar seu pecado e sua falha em não ter um relacionamento saudável com homens (João 4:16-18).
    E, então, mostrou-lhe que a verdadeira fonte de sua identidade se encontrava na busca da verdade por intermédio de um relacionamento com Deus (João 4:23-24). Ela não seria mais identificada pelo sexo, raça, estado civil ou carência de um companheiro. Ao colocar sua fé em Jesus, ela percebeu que Ele era o Messias que estivera esperando.
Ela recebeu uma identidade espiritual de ultrapassa todos os outros papéis e relacionamentos.
   Mais tarde, naquele mesmo dia, a mulher samaritana compartilhou a experiência que tivera ao lado de Cristo com as pessoas de sua comunidade. Muitos foram ouvi-lo e também creram em Jesus - fazendo da mulher samaritana umas das primeiras evangelistas do Novo Testamento (João 4:41, 42).

Para saber mais a respeito da mulher samaritana, leia João 4:1-42.

Estudo retirado da Nova Bíblia de Estudo da Mulher - Edição Almeida Clássica.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Trabalho

A Paz, virtuosas!

"Como posso ficar acima das rixas e competições no trabalho?" (Rute 7:1-6)

Esteja disposta a colocar-se em situações de risco, evitando que outros sejam prejudicados.

     No clima de hoje, de cortes nas empresas e intensa recolocação profissional, nós, mulheres que trabalhamos, devemos zelar por nossos empregos com a mesma dedicação com que cuidamos de nossas contas bancárias. Quando um problema aparece, será que você deve esperar que outra pessoa tome a iniciativa de resolvê-lo? Ou deve enfrentá-lo e correr o risco de perder seu emprego?
     Um fator a considerar é o impacto que o problema terá nas outras pessoas. Quando Ester foi obrigada a ir para o harém do rei da Pérsia, ela não resistiu.
Provavelmente não teria adiantado muito resistir. Mas quando o conflito entre Mardoqueu e Hamã tornou-se uma ameaça à vida de todos os judeus, Ester tomou uma atitude.

      Durante anos, Mardoqueu a advertira que nunca revelasse que era uma judia.
Mas naquele momento, depois de cuidadosa preparação, Ester correu o risco. Embora o rei Assuero tivesse lhe oferecido metade de seu reino, ela pediu apenas pela sua segurança e a do seu povo (Rute 7:3).

      Ester poderia ter morrido por causa de seus esforços. Assuero poderia tê-la executado pelo simples fato de entrar em sua corte sem ter sido convidada. Ou poderia ter apoiado seu poderoso oficial Hamã e mandado Ester para as ruas a fim de ser massacrada com o restante dos judeus. Mas Assuero não fez nada disse.
      Em qualquer emprego, a politicagem reinante diz: "Manipulo os outros para conseguir o que é melhor para mim".
Mas o exemplo de Ester diz que você deve colocar-se em situações de risco para o bem dos outros. É claro que isso pode significar perder uma promoção ou até mesmo o emprego, mas é a coisa certa a fazer.

     Veja mais sobre o mesmo tema em Deuteronômio 5:20,21; Mateus 20:20-28; Gálatas 5: 13-16; Colossenses 3.22 - 4:1; Tiago 3:5-18.

Vale a pena lembrar:

Então respondeu a rainha Ester: Se, ó rei, achei graça aos teus olhos e se bem parecer ao rei, dê-se minha vida como minha petição e o meu povo como meu requerimento. (Rute 7:3).
Que JESUS abençoe cada uma de vocês.

Toda honra e glória sejam para o nosso SENHOR!

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Disciplina Espiritual: Confissão

A PAZ amadas!!!

Antes de colocar o estuo, gostaria de compartilhar com todas uma coisa.
Virtuosas, não sei em qual igreja congregam, mas em sua igreja há um culto para as mulheres?
Tendo este culto, costumam participar dele?
Se não, peço a todas que frequentem o culto que é dedicado a nós, nós nos alimentamos todos os dias, várias vezes ao dia, o mesmo deve acontecer quanto a palavra de Deus.
Que possamos participar deste culto, lembrem-se: A mulher sábia edifica sua casa! (Provérbios 14:1)

Enfim, aqui o estudo do dia.. GLÓRIA A DEUS!


Estudo: Disciplina espiritual - Confissão (Salmos 32:1-5)

        Quando reconhecemos diante de Deus que somos pecadores e precisamos de seu perdão, fruto do convencimento do Espírito Santo (Jó 16:8). Conhecemos estão o amor do Pai, que nos limpa, nos perdoa e nos dá uma nova vida. 
Nascemos de novo e nos tornamos filhos de Deus (Jó 1:12). Mas a confiança de pecados não se limita a esse momento único e marcante da conversão.
A confissão é importante na vida do crente porque é um dos meios de desenvolver a salvação (Fp 2:12) e conhecer mais da graça de Deus. Por isso, deve ser praticada como uma disciplina diária.
       Todo crente pode dirigir-se diretamente a Deus para confessar seus pecados; não há necessidade de intermediários, pois o véu do templo foi rasgado e todos temos livre acesso ao Pai, não necessitando de sacerdotes, visto que fomos constituídos sacerdócio real (1 Tm 2:5; 1 Pedro 1:9; Hebreus 4:16).
Deus está pronto a perdoar, desejando que experimentemos a libertação de todo pedo e toda culpa (Jó 1:9).
        É importante também confessar nossas culpas uns aos outros (Tiago 5:16).
A igreja é antes de tudo uma comunidade de pecadores. Justificados pelo sacrifício de Jesus, mas ainda pecadores. Não precisamos tentar manter  a todo custo aquela fachada de santidade; todos lutamos com tentações a área em que ainda temos sido vencidos pelo pecado. É preciso coragem  para compartilhar nossas fraquezas, mas essa atitude promove cura, restauração e liberdade.
         Nem todos, porém, estão aptos a ouvir suas confissões. Alguns são imaturos e ficariam chocados com o que ouvissem; outros dariam a devida importância à confissão e encontrariam justificativas aos pecados; e ainda há aqueles que não saberiam guardar um segredo.
A pessoa certa, no entanto, ouvirá sua confissão, orará com você e, provavelmente, sentirá liberdade para também confessar suas próprias culpas a você. O resultado será perdão, cura e alegria.
         A confissão de pecados deve ser específica, não generalizada. "Perdoa a multidão dos meus pecados" é o tipo da oração que nos poupa da vergonha e da humilhação, mas não traz cura. Quando estamos diante do Pai, devemos dizer com todas as letras quais são as nossas culpas, nomeando nossos pecados a Deus. No intuito de ser específicos, porém, é claro que não precisamos nos preocupar em esmiuçar detalhes de forma indevida. Basta identificar cada pecado e menciona-lo com precisão.
        A confissão deve ser acompanhada de tristeza (Hebreus 12:11). Não necessariamente uma emoção, permeada de lágrimas, mas uma consciência clara de ter ofendido a Deus.
Essa tristeza é que gera o arrependimento genuíno.
        Em nossa rotina, muitas vezes, não conseguimos reservar tempo para essa importante disciplina. A vida agitada nos rouba de momentos em  que nos colocamos diante de Deus e silenciosamente esperamos que seu Espírito nos mostre nossas falhas. E assim, dia a dia, acumulamos pecados que nos  afastam da companhia santa de Deus.
Não é de admirar que, com frequência, parece que nossas orações não passam do teto.
O resgate da confissão é urgente. Só assim experimentaremos perdão, cura e a presença transformadora de Deus.

Estudo retirado da Bíblia da mulher - Edição Almeida Clássica.

Toda honra, e toda glória a Ti SENHOR!

terça-feira, 23 de julho de 2013

Esperando em Deus: Sara.

A PAZ, virtuosas!!

Hoje o estudo fala de Sara.

Risos. Foi assim que Sara, cujo nome era Sarai, reagiu quando Deus lhe disse que ela se tornaria mãe com a idade de noventa anos. Abraão, seu marido, tinha noventa e nove. O riso de Sara parecia consequência tanto da alegria quanto do espanto. Não há nada errado com o riso, mas Sara negou que tinha rido (Gênesis 18:12-15). Encarar, tratar o assunto de forma direta funciona muito melhor com Deus.
       Sara tinha muito a aprender em relação a tratar o assunto de forma direta. Ela e seu marido, Abraão, tinham recebido uma promessa de Deus de que gerariam um filho.
O lado complicado é que teriam de esperar muitos anos para que essa promessa fosse cumprida.
Já passados da idade de gerar um filho, haviam esperado bastante pela promessa de Deus - e nada de um bebê!
Temendo o passar do tempo, fizeram um plano próprio. Era comum oferecer uma serva quando a esposa não concebia.
Assim , Sara propôs esse plano, oferecendo sua serva Hagar ao marido. Pela lei, a criança pertencia a Sara. Mas "o tiro saiu pela culatra". Hagar tornou-se orgulhosa de sua gravidez, Sara rejeitou Ismael, o filho e, consequentemente, ele e Hagar foram banidos da família (Gênesis 16:4-16; 9:14; 25:12-18).
       Finalmente, o filho prometido chegou para Abraão e Sara. Deram-lhe o nome de Isaque, que quer dizer "Riso" (Gênesis 21:1-8). Sara e Isaque tornaram-se muito unidos, o que pode ser comprovado pela grande tristeza de Isaque pela morte de Sara (Gênesis 24:67).
       Isaque foi o  pai de Jacó e Esaú e avô de doze homens que deram origem às doze tribos de Israel. Dessas doze tribos descendeu toda a nação israelita, o povo escolhido por Deus (Gênesis 25:1-11; 49:29-33; Isaías 51:1, 2). No Novo Testamento, todos os cristãos, pela fé, tornaram-se povo de Deus (Romanos 4: 15-17).
       Mas esse final feliz não apagou o dano causado pela impaciência de Sara e Abraão. Os árabes, descendentes de Ismael, filho de Hagar, ainda hoje lutam contra os israelitas, descendentes do filho de Sara.

      Também em outras ocasiões, Abraão e Sara não confiaram em Deus. Aos sessenta e cinco anos de idade, Sara saiu de casa rumo a Canaã, com seu marido, de setenta e cinco anos de idade (Gênesis 12:4-5). A recolocação deles incluiu certo tempo no Egito.
      Enquanto estava lá, Abraão pediu que Sara dissesse que era sua irmã para que os egípcios não o matassem para ficarem com ela.
Quando o rei a tomou como esposa, a família dele contraiu doenças horríveis. Devido a sua mentira Abraão teve um grande problema. 
Mas ainda assim não aprendeu a lição, pois mais tarde fez a mesma coisa com o rei Abimeleque em Gerar (Gênesis 20:1-18).
       Apesar de todos esses erros, o livro de Romanos descreve Abraão e Sara usando termos elogiosos como: Abraão nunca enfraqueceu na fé nem duvidou da promessa de Deus por incredulidade (Romanos 4:19-20).
      Eles aprenderam a confiar em Deus. Sara e Isaque demonstraram que Deus cumpre as suas promessas no devido tempo (Romanos 4:18-25; 9:6-9). 
Em vez de fazer as gerações futuras sofrerem as consequências de sua impaciência, você também pode aprender a esperar em Deus e a obedecer-lhe.

Para saber mais a respeito de Sara, leia Gênesis 11:29 - 23:20; 24:34-38; 24:26 - 25:11; 49:28-33; Isaías 51:1, 2; Romanos 4:18-25; 9:6-9.

Estudo retirado da Nova Bíblia de Estudo da Mulher - Edição Almeida Clássica.


Em tudo seja louvado o nome do SENHOR!

sábado, 20 de julho de 2013

Estudo do dia

Bom dia!!!

A Paz a todas.

Hoje o estudo é sobre amizade, mas não é uma amizade qualquer, mas de Rute e sua sogra Noemi.

Qual é a marca de uma boa amizade?
-Tem estabilidade e compromisso.


    A amizade entre Rute e Noemi não tinha quase nada dar certo.
Elas eram nora e sogra e vinham de gerações, culturas e religiões diferentes.
Ambas estavam desgastadas e abatidas pela tragédia. Ainda assim, fortes laços as mantinham unidas.
A consciência da dor intensa uma da outra unia de tal maneira que forças mais suaves seriam incapazes de unir.
   Mesmo depois de passada a dor maior da perda, Rute e Noemi continuaram comprometidas uma com a outra. Quando Noemi voltou para Belém, Rute deixou sua própria cultura e partiu com ela, adotando a fé hebraica.
Em  troca, Noemi integrou Rute em sua cultura e recorrendo aos direitos do casamento levirato (Deuteronômio 25:5-10) e aos privilégios de sobras na colheita (Deuteronômio 24:19).
   A amizade delas tornou-se bem conhecida na comunidade.
Boaz disse: "Bem informado fui de quanto fizeste à tua sogra, depois da morte de teu marido" (Rute 2:11).
Os vizinhos de Noemi destacaram: "Tua nora, que te ama (...) te é melhor do que sete filhos" (Rute 4:15).
   Amizade exige trabalho, tempo, perseverança e, às vezes, sacrifício.
Mas para algumas amizades vale a pena todo o esforço.
À medida que você supera suas diferenças para com a outra pessoa, verá seu próprio caráter sendo aperfeiçoado. Deus pode aperfeiçoar uma através da outra e usar esse processo para que ambas se tornem mais parecidas com Ele.

Veja mais sobre o mesmo tema em Provérbios 17:17; 18:24; Provérbios 27:17-19; 1 Coríntios 13:4-8; Tiago 5:13-20.

Desafio de hoje: De que maneira sua amizade com alguém tem aperfeiçoado seu caráter?
Referência do estudo: Nova Bíblia de Estudo da Mulher - Edição Almeida Clássica.