A Paz, virtuosas!
Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor.
Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo.
O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.
Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.
Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.
Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.
Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda.
Isto vos mando: Que vos ameis uns aos outros.
Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós, me odiou a mim.(João 15:10-18)
Obrigado Senhor Jesus!
É necessário que ele cresça e que eu diminua. (João 3:30)
terça-feira, 30 de julho de 2013
Disciplina Espiritual: Oração
Bom dia, virtuosas!
A PAZ!
Hoje vamos aprender sobre oração.
A PAZ!
Hoje vamos aprender sobre oração.
Oração (Joao 15:7)
A Bíblia nos ensina que Deus já sabe tudo o que necessitamos, antes mesmo que venhamos a pedir (Mt 6:8). Diante dessa verdade, algumas pessoas ficam confusas sobre a razão de orar, afinal, Deus já conhece todas as coisas.
O principal motivo por que os crentes devem orar é a transformação que a oração provoca em nossas vidas. Ao falar com Deus, começamos a enxergar o mundo com o olhos de Deus e essa visão provoca profundas mudanças em nós.
Jesus, o próprio Deus encarnado, investia tempo em oração (Mc 1:35). Homens e mulheres que andaram com Deus marcaram a história dedicavam grande parte de seu tempo em oração. Martinho Lutero declarou: "Tenho tanto o que fazer que não posso prosseguir sem passar três horas diariamente em oração." Mas muitas vezes, essas histórias dos "gigantes da fé", em vez de nos estimular, nos desanimam.
Investimos um pouco na vida de oração, mas não perseveramos e acabamos nos satisfazendo com a visão fatalista de que "tudo no universo já foi determinado" e vai acontecer, quer oremos, quer não. Outro motivo para nosso fracasso nessa disciplina é nosso desconhecimento da vontade de Deus. Isso nos leva a fazer orações inseguras, indecisas, que terminam com "se for da tua vontade". Não era assim que Jesus, os apóstolos ou os crentes primitivos oravam porque eles tinham tamanha comunhão com o Espírito Santo que sabiam exatamente o que pedir e tinham a certeza de que era a vontade do Pai (Mt 21:22; Jó 14:13-14; 15:7).
Quando você ora (da maneira correta), torna-se cooperadora de Deus (1 Co 3:9). E não há nada mais estimulante e relevante do que participar da ação de Deus na vida das pessoas e na história da humanidade! Se você orar, tudo pode ser diferente: na sua vida, no seu relacionamento com o namorado ou cônjuge, na vida de seus filhos, no seu trabalho, na sua igreja e na vida de outras pessoas à sua volta.
Quando você ora (da maneira correta), torna-se cooperadora de Deus (1 Co 3:9). E não há nada mais estimulante e relevante do que participar da ação de Deus na vida das pessoas e na história da humanidade! Se você orar, tudo pode ser diferente: na sua vida, no seu relacionamento com o namorado ou cônjuge, na vida de seus filhos, no seu trabalho, na sua igreja e na vida de outras pessoas à sua volta.
As crianças podem nos ensinar muito sobre oração porque elas têm uma relação franca e direta com os pais e uma maneira simples de falar com eles. Assim deve ser nossa conversa com o Pai: não é preciso usar palavras difíceis ou bonitas, mas é necessário haver sinceridade, humildade e confiança.
Precisamos nos exercitar na oração para orar com eficácia. O primeiro passo é entender que orar não é falar, falar e falar. Para estar em sintonia com a vontade de Deus é preciso um tempo de reflexão, meditação, silêncio. Se não estivermos sensíveis ao Espírito, corremos o risco de transformar nossas orações em vãs repetições (Mt 6:7). Orar também não é só pedir. A oração envolve adoração, louvor, gratidão, confissão, intercessão e petição. Quando enfatizamos apenas um aspecto, nossa prática fica incompleta e, portanto, ineficaz.
Talvez você esteja no auge da sua vida de oração e tem aprendido a orar em todo o tempo, sem interromper sua ligação com Deus (24 horas on-line...). Todos que cruzam seu caminho são imediatamente abençoados por sua oração. Você de fato tem andado com o Pai e a cada dia aprofundado sua comunhão com Ele.
Mas pode ser que se sinta culpada, negligente e incrédula em sua vida de oração. Quando você ora, parece que suas orações não passam do teto. Não desista. Você pode retomar de onde parou. Sua fé, ainda que minúscula, pode realizar grandes milagres. Mas eles só acontecerão, se você orar. Que tal começar agora?
Estudo retirado da Nova Bíblia de Estudo da Mulher - Edição Almeida Clássica.
Estudo retirado da Nova Bíblia de Estudo da Mulher - Edição Almeida Clássica.
Glória a Deus!
Passagem do dia
A Paz, virtuosas!
Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra.
Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.
Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.
Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra.
Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.
Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.
(João 8:43-45)
Obrigado por tudo, SENHOR!
domingo, 28 de julho de 2013
Disciplina espiritual: Adoração
A PAZ, virtuosas!!
Adoração (Jo 4:23-24)
Adoração (Jo 4:23-24)
Muita gente acha que adorar é cantar louvores a Deus. Os cânticos são de fato umas das estradas que nos levam à adoração. Mas adorar é muito mais que cantar. Nem sempre aquele que canta louvores, hinos e cânticos está adorando. É possível cantar de forma mecânica e artificial, sem intensidade, sem envolvimento por inteiro (Mateus 15:8). Isso acontece quando Deus não está no centro do culto e a ênfase está nas pessoas, em seu entretenimento e satisfação individual.
A verdadeira adoração se concentra em Deus: em quem Ele é, no que Ele quer e no que Ele faz. Fomos criados para adorar a Deus (Ef. 1:11-12), porém, só seremos verdadeiros adoradores se conhecermos a Deus.
Quando o profeta Isaías teve uma visão da glória de Deus (Isaías 6), teve uma percepção clara de quem ele era (um pecador, homem de lábios impuros) e do Deus Eterno, Todo-Poderoso, Santo e Soberano ("o Rei, o Senhor dos Exércitos" - Isaías 6:5). A partir dessa revelação, ele se humilhou diante de Deus e experimentou o poder transformador da presença de Deus, resultado da verdadeira adoração.
A adoração não se limita aos cultos solenes, reuniões e celebrações da igreja. Ela se estende a cada momento de nosso dia porque adorar é um estilo de vida (1 Co 10:31). Não importa o que estiver fazendo (no trânsito, lavando louça, na fila do supermercado, dando aula, no consultório), estaremos em contato direto com Deus, procurando agradá-lo e entregando a Ele nossa gratidão e louvor, por tudo o que Ele é e faz.
Diante da justiça, bondade, misericórdia, santidade, poder, amor, consolo, provisão (e todos os incontáveis atributos de Deus), a única resposta racional humana possível é a adoração (Rm 12:1-2). Adoração envolve a razão, mas não exclui a emoção (Jo 4:23-24). Para adorar em espírito e em verdade, todo o nosso ser deve estar envolvido na adoração: corpo, mente, espírito, emoções. Posturas adequadas para a adoração são: ficar em pé, bater palmas, levantar as mãos, dançar, ajoelhar-se, abaixar a cabeça. São corretas porque demonstram humildade. Mas a postura física deve estar em sintonia com a atitude interior, do contrário, será coreografia vazia. Ficar sentado, entediado e calado, por outro lado, não pode ser considerada a postura conveniente da adoração, visto que demonstra indiferença e preocupação apenas com o que os outros vão pensar e com sua própria necessidade, mas não com o que Deus requer na adoração.
A adoração individual deve ser cultivada diariamente, mas ela só estará completa se participarmos da adoração coletiva (Hb 10:25). Era assim que a Igreja Primitiva celebrava a graça salvadora: reunindo-se para adorar (Atos 2:42-47). A experiência de adorar com "o corpo de Cristo" é inigualável e proporciona unidade, permitindo que o Espírito aja livremente entre todos. Essa comunhão com a igreja é essencial porque não é possível adorar se houver mágoa, ressentimento, divisão, brigas. Para que Deus aceite nosso culto, primeiro, deve haver reconciliação (Mateus 5:23-24).
Somente quando adoramos por inteiro, em espírito e e verdade, nos sentimos realmente felizes e completos porque fazemos o que fomos feitos para fazer. Além disso, a experiência de adoração nos transforma: nos torna conscientes de nossos pecados, nos humilha, nos restaura, nos desperta para viver em obediência, nos torna mais santos, mais parecidos com Jesus (Ef 4:13). A adoração nos coloca na presença de Deus e é impossível estar com Ele sem experimentar mudança.
Estudo retirado da Nova Bíblia de Estudo da Mulher - Edição Almeida Clássica.
Estudo retirado da Nova Bíblia de Estudo da Mulher - Edição Almeida Clássica.
Louvado seja o SENHOR!
sábado, 27 de julho de 2013
Falada na cidade: A mulher de Sicar
A PAZ virtuosas!
Hoje o estudo está no livro de João.
A mulher de Sicar
Hoje o estudo está no livro de João.
A mulher de Sicar
Quando a mulher samaritana foi tirar água do poço, no dia em que se encontrou com Jesus, ela possuía muitas razões para ter uma baixa auto-estima. Além de ser do sexo inferior (como aquela cultura considerava as mulheres), pertencia também a uma raça inferior (os judeus desprezavam os samaritanos por serem "mestiços"). Além disso, era conhecida por sua manifesta imoralidade. Já havia sido casada cinco vezes e, no momento em que se encontrou com Cristo, estava vivendo com um homem que não era seu marido.
O fato de a mulher ter decidido tirar água no horário mais quente do dia, em vez de pela manhã, quando o tempo era mais fresco, sugere que talvez estivesse tão deprimida e fechada em si mesma que evitava o contato com aqueles que poderiam desprezá-la.
Por isso, Cristo, demonstrou não possuir essa parcialidade danosa. Ao iniciar uma conversa inteligente, e trata-la como igual, Jesus mostrou que ela era importante.
Não a tratou como alguém inferior a Ele ou que precisasse ser salva da sarjeta. Pelo contrário, demonstrou apreço pela capacidade da mulher de compreender as verdades espirituais. Ele fez isso por intermédio de uma discussão sobre religião, revelando-lhe verdades que eram, pelo que sabemos, desconhecidas de todos, inclusive dos discípulos (João 4:21-26). Jesus viu além do exterior dela; enxergou a profunda fome espiritual que caracterizava seu coração. E valorizou-a, mesmo conhecendo suas falhas.
Que maravilha deve ter sido par ela esse primeiro encontro. E que mudança de vida isso provocou! O início de um relacionamento pessoal com Cristo ajudou-a a perceber que os relacionamentos românticos com homens não lhe atribuíram uma identidade. Cristo, porém, a encorajou a fazer uma auto-avaliação realista, ao dar-lhe a oportunidade de encarar seu pecado e sua falha em não ter um relacionamento saudável com homens (João 4:16-18).
E, então, mostrou-lhe que a verdadeira fonte de sua identidade se encontrava na busca da verdade por intermédio de um relacionamento com Deus (João 4:23-24). Ela não seria mais identificada pelo sexo, raça, estado civil ou carência de um companheiro. Ao colocar sua fé em Jesus, ela percebeu que Ele era o Messias que estivera esperando.
E, então, mostrou-lhe que a verdadeira fonte de sua identidade se encontrava na busca da verdade por intermédio de um relacionamento com Deus (João 4:23-24). Ela não seria mais identificada pelo sexo, raça, estado civil ou carência de um companheiro. Ao colocar sua fé em Jesus, ela percebeu que Ele era o Messias que estivera esperando.
Ela recebeu uma identidade espiritual de ultrapassa todos os outros papéis e relacionamentos.
Mais tarde, naquele mesmo dia, a mulher samaritana compartilhou a experiência que tivera ao lado de Cristo com as pessoas de sua comunidade. Muitos foram ouvi-lo e também creram em Jesus - fazendo da mulher samaritana umas das primeiras evangelistas do Novo Testamento (João 4:41, 42).
Para saber mais a respeito da mulher samaritana, leia João 4:1-42.
Estudo retirado da Nova Bíblia de Estudo da Mulher - Edição Almeida Clássica.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Trabalho
A Paz, virtuosas!
"Como posso ficar acima das rixas e competições no trabalho?" (Rute 7:1-6)
Esteja disposta a colocar-se em situações de risco, evitando que outros sejam prejudicados.
No clima de hoje, de cortes nas empresas e intensa recolocação profissional, nós, mulheres que trabalhamos, devemos zelar por nossos empregos com a mesma dedicação com que cuidamos de nossas contas bancárias. Quando um problema aparece, será que você deve esperar que outra pessoa tome a iniciativa de resolvê-lo? Ou deve enfrentá-lo e correr o risco de perder seu emprego?
Um fator a considerar é o impacto que o problema terá nas outras pessoas. Quando Ester foi obrigada a ir para o harém do rei da Pérsia, ela não resistiu.
Provavelmente não teria adiantado muito resistir. Mas quando o conflito entre Mardoqueu e Hamã tornou-se uma ameaça à vida de todos os judeus, Ester tomou uma atitude.
Durante anos, Mardoqueu a advertira que nunca revelasse que era uma judia.
Mas naquele momento, depois de cuidadosa preparação, Ester correu o risco. Embora o rei Assuero tivesse lhe oferecido metade de seu reino, ela pediu apenas pela sua segurança e a do seu povo (Rute 7:3).
Ester poderia ter morrido por causa de seus esforços. Assuero poderia tê-la executado pelo simples fato de entrar em sua corte sem ter sido convidada. Ou poderia ter apoiado seu poderoso oficial Hamã e mandado Ester para as ruas a fim de ser massacrada com o restante dos judeus. Mas Assuero não fez nada disse.
Em qualquer emprego, a politicagem reinante diz: "Manipulo os outros para conseguir o que é melhor para mim".
Mas o exemplo de Ester diz que você deve colocar-se em situações de risco para o bem dos outros. É claro que isso pode significar perder uma promoção ou até mesmo o emprego, mas é a coisa certa a fazer.
Veja mais sobre o mesmo tema em Deuteronômio 5:20,21; Mateus 20:20-28; Gálatas 5: 13-16; Colossenses 3.22 - 4:1; Tiago 3:5-18.
Vale a pena lembrar:
Então respondeu a rainha Ester: Se, ó rei, achei graça aos teus olhos e se bem parecer ao rei, dê-se minha vida como minha petição e o meu povo como meu requerimento. (Rute 7:3).
Que JESUS abençoe cada uma de vocês.
Toda honra e glória sejam para o nosso SENHOR!
"Como posso ficar acima das rixas e competições no trabalho?" (Rute 7:1-6)
Esteja disposta a colocar-se em situações de risco, evitando que outros sejam prejudicados.
No clima de hoje, de cortes nas empresas e intensa recolocação profissional, nós, mulheres que trabalhamos, devemos zelar por nossos empregos com a mesma dedicação com que cuidamos de nossas contas bancárias. Quando um problema aparece, será que você deve esperar que outra pessoa tome a iniciativa de resolvê-lo? Ou deve enfrentá-lo e correr o risco de perder seu emprego?
Um fator a considerar é o impacto que o problema terá nas outras pessoas. Quando Ester foi obrigada a ir para o harém do rei da Pérsia, ela não resistiu.
Provavelmente não teria adiantado muito resistir. Mas quando o conflito entre Mardoqueu e Hamã tornou-se uma ameaça à vida de todos os judeus, Ester tomou uma atitude.
Durante anos, Mardoqueu a advertira que nunca revelasse que era uma judia.
Mas naquele momento, depois de cuidadosa preparação, Ester correu o risco. Embora o rei Assuero tivesse lhe oferecido metade de seu reino, ela pediu apenas pela sua segurança e a do seu povo (Rute 7:3).
Ester poderia ter morrido por causa de seus esforços. Assuero poderia tê-la executado pelo simples fato de entrar em sua corte sem ter sido convidada. Ou poderia ter apoiado seu poderoso oficial Hamã e mandado Ester para as ruas a fim de ser massacrada com o restante dos judeus. Mas Assuero não fez nada disse.
Em qualquer emprego, a politicagem reinante diz: "Manipulo os outros para conseguir o que é melhor para mim".
Mas o exemplo de Ester diz que você deve colocar-se em situações de risco para o bem dos outros. É claro que isso pode significar perder uma promoção ou até mesmo o emprego, mas é a coisa certa a fazer.
Veja mais sobre o mesmo tema em Deuteronômio 5:20,21; Mateus 20:20-28; Gálatas 5: 13-16; Colossenses 3.22 - 4:1; Tiago 3:5-18.
Vale a pena lembrar:
Então respondeu a rainha Ester: Se, ó rei, achei graça aos teus olhos e se bem parecer ao rei, dê-se minha vida como minha petição e o meu povo como meu requerimento. (Rute 7:3).
Que JESUS abençoe cada uma de vocês.
Toda honra e glória sejam para o nosso SENHOR!
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Palavras que intoxicam
Bom dia, virtuosas!!
A Paz.
Temos realmente a tendência de profetizar palavras de maldição ao invés de profetizar bençãos...
Que possamos mudar, e sermos boca do SENHOR, em nome de Jesus. Amém!
A Paz.
Temos realmente a tendência de profetizar palavras de maldição ao invés de profetizar bençãos...
Que possamos mudar, e sermos boca do SENHOR, em nome de Jesus. Amém!
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